Coisas tristes

Quando se trabalha como eu há 14 anos na mesma casa, já se assistiu a muitas saídas de colegas. Os primeiros que saem doem: ou porque achamos injusto que sejam despedidos ou porque achamos que nos estão a trair saindo. Com o tempo, os motivos deixam de importar: há gente que nos custa ver sair, outra que não. Há gente cuja saída surpreende. Outra que não.
Mas seja como for, dói quando sai uma pessoa com quem crescemos, que nos fez crescer e nos abriu os olhos. Dói quando sai quem nos viu chorar e riu connosco.
Com isto de eu não trabalhar na sede, as ligações tornaram-se menos estreitas e passamos muito, muito tempo sem falar. Mas há gente que sai hoje que vou para sempre lamentar não ter por perto. Só lhes desejo tudo de bom.
Um abraço gigante!

1 comentário:

Naná disse...

Eu fui uma das traidoras... mas no momento da despedida passei a ser bestial para muita gente que aparentemente nunca me tinha dado valor.

E acredita, também custa sair e deixar pessoas com quem crescemos e aprendemos quase tudo o que sabemos do assunto!