#112 - 12-11-2016

O último pedaço da casa que faltava. Gosto da minha mesa de costura, inundava de luz. Inspiradora!

#111 - 10-11-2016

Mais um livro bom terminado. Um livro estranho, que nunca diz o que ninguém pensa e nos abandona a acções contraditórias. Conhecer alguém pelo que faz e que diz é mais difícil do que parece.

#110 - 9-11-2016

Chovia cães e gatos quando saí de casa. Soube bem ver que o sol continuava a brilhar acima das danadas das nuvens.

Posso mudar-me para a lua?

Eu juro que não percebo. Só estive uma vez nos Estados Unidos, estadia demasiado curta para perceber o que antes não percebia e agora ainda mais me espanta. Aquele país tem um povo que chegou à lua, inventou coisas fantásticas, escreveu livros fabulosos, diz-se defensor da paz e da democracia. Mas elege aquele senhor. Não vou presumir que sei muito sobre qualquer um dos candidatos. Mas o pouco que ouvi dele é de bradar aos céus. Que ele pense, é mau. Que ele ache que pode dizer é espantoso. Que seja aplaudido e eleito é absolutamente extraordinário. Tristemente extraordinário.
Enfim, vou continuar com a minha política de não ver noticiários, ler apenas as gordas dos jornais e viver uma vida simples em que eu seja feliz e que, se eu tiver sorte, trará um pouco de felicidade a quem está por perto. Porque o mundo não se tornou hoje um lugar melhor. E se calhar está na hora das pequenas coisas em vez das grandes eleições.

#109 - 8-11-2016

Winter is coming.

#108 - 7-11-2016

Viagens.

#107 - 6-11-2016

Sim, o meu caminho vai ser uma fonte de inspiração.

Vida de emigrante ou se calhar nem por isso

Antes, sempre que estive fora a trabalhar, tinha um contrato em Portugal, o que fazia de mim uma expatriada. Agora que o meu contrato é fora, tecnicamente sou emigrante. Mas acho que sou emigrante com espírito de expatriada: estou aquilo para ganhar a vida. A sério acima de tudo, não importa onde esteja, quero viver. E quero viver onde estou. O que significa que não sou maniaca de encontrar coisas portuguesas. Passei por essa fase, é verdade, mas há muitos meses que não me preocupo com isso.
Hoje vai ser a excepção. Estou a caminho de um mercado português r à tarde vou receber amigos portugueses para comermos castanhas assadas. Na verdade, nunca deixamos de ser quem somos.

Dormir

In a moment she was asleep, finally. One of her many burdens during this torpid spring was that she could find no rest in sleep. But now she slept. She slept deeply and tranquilly. She slept for a long time. Slept. 

Halldór Laxness in Iceland's Bell 

#106 - 4-11-2016

Afinal ela não vai fazer nada.

#104 - 1-11-2016


 Chegar a casa implica caminhar por ruas cheias de árvores e casas pequenas com vida lá dentro.

#103 - 31 - 10 - 2016

As coisas estranhas que eu vejo no metro.

#102 - 30 - 10 - 2016

Não sei se já é um mercado de Natal. Mas é um pequeno mercado simpático.

#101 - 29 - 10 - 2016

Até já Penela.

#100 - 28 - 10 - 2016

Os soitos dão castanhas. Mas também dão uns cogumelos que nunca vi nascer noutro lugar e de que gosto muito.

#99 - 27 - 10 - 2016

Um bom nascer do dia.

#98 - 26 - 10 - 2016

Uma semana de dias de sol, o cachorro a proteger-me e castanhas para apanhar.

#97 - 25 - 10 - 2016

Outro tipo de trabalho.

#96 - 24 - 10 - 2016

Às vezes a minha vida parece estranha, eu sei. Estava eu ontem a arrumar caixas na casa nova e no dia seguinte acordo na minha aldeia, perdida no meio de Portugal. O castelo não é na aldeia. Mas é lá perto.