Mais um ataque de paludismo

Depois do primeiro ataque em Fevereiro, desta vez fui capaz de reconhecer os sintomas. Aquela dor indefinida no corpo ao final da tarde só engana quem nunca teve paludismo. Mais uma vez, 1 por campo. Mais uma vez, comprimidos anti-malária, paracetamol, vitamina B, muita água e descanso. O corpo fica mole mas, se fosse mesmo preciso, acho que aguentava trabalhar umas horas. Mas há riscos que não são para correr: ficar em casa, descansar e curar. Não me apetece descobrir que afinal tenho de tomar quinino, ou ter uma recaída daqui a uns dias ou deixar evoluir e passar a malária cerebral. Pode parecer que é pura preguiça, mas se a malária se cura com comprimidos e 3 dias de descanso, seja. Os comprimidos acabaram hoje. O fim‑de‑semana é para ter a certeza que na segunda-feira chego em plena forma ao trabalho.

1 comentário:

M disse...

Oh não!
Descansa e cura.
Beijos!