É oficial: vendi a alma ao diabo

Durante muitos anos, não percebia o fascínio pela Apple. Era a marca. Achava que não trazia mais valia. E aquilo de terem um sistema próprio que não era compatível com a Microsoft parecia-me um inultrapassável handicap. 
A primeira rendição aconteceu quando um amigo me pôs um ipod nas orelhas. Alto e pára o baile que a qualidade de som era um campeonato diferente dos mp3 normais. Mp o quê? Eu é mais ipod. 
No ano passado, quando comecei a ver ipads por aqui, achava uma mariquice. Um brinquedo novo e caro. Giro mas virtualmente inútil. Até que peguei num. Até que percebi o que podia fazer. Até que percebi que para alguém como eu que não dorme nos aviões aquilo era capaz de dar jeito. Ofereci-me um de prenda de anos (ok, já sei que não são nada baratos mas quem mora em Angola tem de se oferecer uns mimos ou dá em louco).
Depois foi a porcaria do netbook de casa que flipou. Vai de meter um disco novo. E que tal se comprasse um computador de jeito? E que tal se fosse um Apple porque até já tenho o pad e além disso são lindos de morrer? Pois, quando o liguei e vi a velocidade do bicho, soube que era a opção certa. Quando percebi o que era o icloud e que as coisas eram partilhadas entre os vários computadores, percebi que a vida não ia ser a mesma. 
E essa sensaçãomsó se reforça a cada dia.... O sistema é bom, funciona, faz sentido. E, melhor que tudo, não cracha! Não tem vontade própria! Existe para me ajudar! E sinto que ainda não explorei quase nada. 
Que diabo tenho eu de fazer para me darem um Apple no trabalho? Pois, provavelmente não vai acontecer. Mas que se lixe, quando chego a casa a vida melhora. 
E como é que se chama mesmo o telefone deles??? Ai Sandra Maria que ainda vais perder a cabeça no Natal. 

Nota: post assumidamente publicitário, eu sei. Mas caraças, diz-se a verdade aqui para estes lado. 

1 comentário:

Naná disse...

Ai, tu não digas isto, que eu também tenho a mesma visão que tu tinhas dos produtos da maçã...