O que vale é que o meu irmão é um anjo! E a minha mãe uma mãos largas!

E ainda não chegou à idade de se apaixonar por estas coisas. Mas a verdade é que se eu fosse ele teria ficado piurça comigo mesma por me ter abarbatado a mais uma peça histórica lá de casa. Esta jarra.

A jarra
É que esta jarra existe na família à pelo menos 50 anos. Quando a minha mãe foi estudar para Viseu, esta já era a jarra que existia lá e que a minha tia mais velha tinha em cima da mesa onde moravam os irmãos.
Sempre me lembro dela lá por casa. Acho que nunca com grande destaque.... Era simplesmente uma jarra. Noutro dia, vi-a na loja. E saiu-me da boca antes de dar por isso "Oh mãe, não me quer dar aquela jarra?". E só nesse dia fiquei a saber aos anos que andava por ali. E confesso, com mais vontade fiquei ainda de a trazer. E claro que a minha mãe ma deu. E vai morar na minha mesa. Com muito orgulho!
Outra coisa que não resisti a cravar foi o útlimo tapete que a minha mãe fez com restos de tecidos.

Tapete perfeito
Como a cozinha tem chão de madeira e a pia é baixa, é muito fácil pingar água para o chão. E eu achei que aquele tapete, espesso e feitio de paciência, era o ideal para aquele lugar. Fica lá lindamente! E é mais um pedaço de amor para o qual olhos todos os dias.

3 comentários:

Helena disse...

:)) Mãe é sempre mãe.

Enjoy the Ride disse...

uma casa cheia de mimo em forma de detalhes :)

Anónimo disse...

Há pelo menos cinquenta anos?
'Quando as velharias passam a 'antiguidades'...