Ar puro e raízes

A minha aldeia é atrás do sol posto. Raras são as pessoas que ouviram falar do concelho, menos ainda as que o conhecem. Demoro pelo menos 4 horas a chegar. Nos dias em que corre bem.
Acabei de chegar. O cão ganiu baixinho a dizer olá sem acordar os meus pais. Os vasos estão cheios de flores. As folhinhas estão a nascer na parreira. A lua está enorme. O silêncio é perfeito.
E eu sei que vou ter uma das melhores noites de sono das últimas semanas. Porque esta também é a minha casa. Será sempre. A casa do avô. O lugar onde o sangue pulsa mais forte e a identidade da família também.
Boa Páscoa!

1 comentário:

Fábio Alves disse...

Não há lugar como o lar.