E a seguir Viena


8 voos em 15 dias. Provavelmente o meu record. E, para quem ainda não sabe, eu nunca achei muita piada aos voos e aos aeroportos. Saio do avião cansada, a cheirar a cavalo (o que numa mulher não é exactamente bom), morta porque com o tempo estranho cada vez mais as camas e as almofadas.
Mas, depois de Tel-Aviv, a paragem seguinte foi Viena. Por muito pouco tempo. O suficiente que quero ter a hipótese de apanhar o metro, sair na baixa, passear por ali. Oferecer-me uma fatia de Sochertorte de vez em quando. A cidade monumental que me tinham deixado antecipar sobreviveu ao primeiro olhar breve. Até já. 

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